A Uberização dos Serviços Financeiros é real ?

No cenário atual, é inevitável questionar se chegou finalmente o momento Uber do setor financeiro. Serão as novas tecnologias financeiras uma ameaça à indústria consolidada? Ou será que representam, pelo contrário, um mar de novas oportunidades?

Isto é o mesmo que perguntar se as recentes tendências FinTech são disruptivas ou colaborativas. Podem representar uma quebra que veio alterar o status quo do Sistema Financeiro ou então, um novo elemento a ser explorado nos modelos de negócio dos bancos.

Para que uma tecnologia seja considerada disruptiva, não basta que ela seja inovadora. É certo que todas as tecnologias disruptivas são inovadoras, mas nem todas as inovações são disruptivas. A disrupção descreve um processo mediante o qual uma empresa pequena e com menos recursos (Fintechs) consegue desafiar os negócios já estabelecidos por empresas maiores (bancos tradicionais).

As Fintechs em um primeiro momento, dirigem-se aos segmentos de mercado e clientes mais ignorados, providenciando serviços com custos mais reduzidos, onde as expectativas dos clientes estão em produtos eficientes, integrados, flexíveis, acessíveis e intuitivos. Os serviços financeiros oferecidos pelas Fintechs têm de se adaptar a um mundo no qual os seus clientes tem dispositivos móveis (smartphones), que lhes permite imediato acesso a todo tipo de informações e serviços.

Por outro lado, os bancos tradicionais estão concentrados em clientes mais rentáveis e acabam por não responder de forma vigorosa às novas tendências inovadoras, por assumirem que não são modelos de negócio disruptivos. É absolutamente essencial para os bancos tradicionais avaliarem se uma tendência é disruptiva ou não, pelo fato de que nem sempre a máxima ” disrupt or be disrupted ” é verdadeira: se a nova tendência não for disruptiva, pode atrapalhar modelos de negócio rentáveis já existentes.

Alguns negócios oferecidos pelas Fintechs revelam inovações verdadeiramente disruptivas. Os empréstimos P2P ou do crowdfunding são exemplos de uma tendência à um movimento de desintermediação de relações que, tradicionalmente, dependiam de um banco oficial. Pela forma como a informação é analisada e automatizada, implicam uma verdadeira alteração estrutural do setor.

Acima de tudo, os bancos tradicionais terão de estabelecer um modelo claro, lógico e organizado de inovação e decidir em quais campos querem inovar.

Afinal, sabemos que indivíduos e negócios sempre precisarão de serviços bancários, mas ainda precisarão de bancos?

As Fintechs podem não matar os Bancos, mas podem transformá-los .

A Sk Intelligence frente a esta nova realidade, se coloca no mercado brasileiro como uma Techfin pronta a apoiar de forma eficiente tanto o mercado de fintechs, com suas inovações e tendencias disruptivas, como os grandes Bancos , com seus produtos e serviços tradicionais.

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